quarta-feira, 5 de junho de 2013

O Papel aderente da nossa imaginação e amor «The Role stick our imagination and love»

O Papel como instrutor de ideais, riscos, medianas diagonais, invenção de palavras, livros, aderente das nossas desejadas invenções e imaginações.

Traços no Paraíso dentro de um papel qualquer  «Traces in Paradise within a role any»
Mais uma vez esperando nas escadas do Paraíso«Once again waiting on the steps of paradise»

Mulher dourada pelo Sol e pela vida
«Woman golden by the sun and life»

Loneliness tides and balance

Os olhares de quem vê e inventa nessa visão outras imagens, outros conceitos e palavras silenciosas da solidão
Solidão e rosas
«Loneliness and roses»


Maresias junto às conchas difusas na mulher
«Tides along the diffuse shells in woman»

Equilíbrios e Empatias da Natureza
Balance of Nature and empathy

Antropomorfismos e sonhos

Sonhos com águas,com peixes, luas e estrelas

Desafios Humanos

Esperas filiais

Antropomorfismos

As casas do longe, e as que queremos perto.

casas de tempos diferentes

territórios-comunidades universais

A neve, o sal, as árvores, as janelas e as portas

Mudanças

Peregrinações

Peregrinações

Peregrinações

Descanso de pássaros

Sossegos

domingo, 30 de dezembro de 2012

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Há muitos, muitos anos o nosso contacto com a pele dos animais era mais próximo o que nos aproximava 
de situações de um maior afecto e ternura. Temo que esse afastamento nos afaste igualmente uns dos outros 
e da verdade proxémica do Ser humano.

terça-feira, 29 de maio de 2012


Desenhar é ter um olhar; há quem diga que é intuitivo e não cientifico. Eu não queria dizer nem tanto nem tão pouco, mas desenho de uma forma que me suspende e eleva. Nem sei a que estado isso corresponderá mas parece-me um anacronismo da alucinação, porque pouco vejo para além do que observo enquanto desenho ou pinto.  E  s  t  e  r

segunda-feira, 28 de maio de 2012

amar o traço, a sua energia e os seus passos e passeios.Cruzar as linhas e encontrar pontos de encontro e desencontro, conhecer as pessoas num outro modo de olhar.
o desenho deixa sempre uma história no papel, qualquer que ela seja.


Desenhar os passeios pelo papel ou qualquer outro médium é dar voltas, voltas como se dão voltas às rotundas para encontrarmos um caminho até conseguirmos encontrá-lo. Ester

O espiríto do tempo nas faces do cubo






domingo, 26 de fevereiro de 2012

segredos

A pele como mensageira de linguagens.
Rosa dos Ventos de vontades e viagens pelo pensamento e vontade de ser e ter. Sentimento ignorado como bolsa desconhecida de todos os órgãos-e, o maior de todos eles como dimensão de acolhimento.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Destinos eternos

Destinos determinantes e determinados a vencer.
Vida de qualquer mundo, acontecida em qualquer universo.